9/17/2007

MeloD. Dia 6 de Outubro (sábado)


Entrada :7 €
Melod and friends
Melo D - Voz
Vasco Teodoro - Guitarras
Rita Nunes - Saxofones
Daniel Lima - Piano, Teclados
Tiago Alves - Baixo
João Correia - Bateria, percussões

Melo D (ex Cool Hipnoise) junta-se a um grupo de músicos de bandas como Groove 4tet, LUME, Ummadjam, Projecto Fuga, Jazz Me Brown, para revisitar clássicos de funk/soul/hip hop, além do seu reportório. Será uma noite de festa com diversos convidados surpresa.
É de esperar músicas de Maceo Parker, Isaac Hayes, David Holmes, Curtis Mayfield, John Lee Hooker, Melo D, tudo num ambiente de festa com esta banda recém chamada Melo D & The Shortcuts 5tet.

Zeca Medeiros Dia 5 de Outubro(Sexta)


Entrada :7 €
ZECA MEDEIROS em ... "Torna-Viagem"
Zeca Medeiros: voz
Paulo Borges: piano
Gil Alves: percussões, flauta e Glockenspiel
Manuel Rocha: violinoO Zeca é um pássaro. Ele canta, encanta, inventa e reinventa, sem nunca cansar quem o ouve – e que o vê. Porque ver o Zeca é tão importante como ouvi-lo. Há quem o compare a Tom Waits, mas em palco, ele faz sobretudo lembrar Jacques Brel – na entrega, no modo inteiro como interpreta as suas canções de amor e mágoa, esperança e desencanto e saudades de um futuro em que não desiste de acreditar, mesmo se o presente tantas vezes parece empenhado em desmenti-lo.
Há um par de anos, quando publicou Cinefilias e Outras Incertezas – e, depois, esse admirável Torna-Viagem, muito justamente coroado com o Prémio José Afonso – houve quem se espantasse com este talento. Como se o Zeca fosse um novato nestas andanças, como se só agora lhe tivesse dado para se pôr a escrever e a cantar coisas tão belas. Este espanto, confessado publicamente até por alguns intelectuais que tinham mais do que obrigação de estar atentos ao que de melhor se vai fazendo neste nosso país de tantas ingratidões, só pode ser compreendido à luz de uma inexplicável desatenção perante as coisas boas do mundo. Porque a verdade é que os dotes de compositor e intérprete de José Medeiros já são do domínio público há pelo menos um quarto de século – desde que deu corpo (e alma) a um projecto que dava pelo nome de «Rosa dos ventos» e se traduziu num disco a que, também na altura, poucos deram atenção: Rimando Contra a Maré, um notável conjunto de canções onde Zeca ensaiava já aquele que iria ser, fatalmente, o seu caminho na música. Artista multifacetado, com obra feita na Televisão, no Teatro e no Cinema, o Zeca nunca canta a mesma canção duas vezes da mesma maneira. Fá-lo com a voz portentosa e única que recebeu dos deuses, mas também com as mãos, o rosto, o coração – o corpo todo, afinal, porque tudo nele é música. Depois – last but not least – o Zeca é, provavelmente, o mais autêntico dos cantores da sua geração. Aquilo que se ouve e vê, nunca é apenas aquilo que parece ser – é mesmo aquilo que é e que ele transporta para o palco como mais ninguém. É por isso que sabe tão bem ouvi-lo –e é por isso que é tão importante vê-lo cantar. Ainda por cima, o Zeca é uma das melhores pessoas que me foi dado conhecer e ter como amigo, o que não é nada despiciendo nestes tempos em que a honra e a verticalidade são tão desprezadas, em contraponto com a leviandade e a hipocrisia, convertidas em valores instituídos da sociedade do faz-de-conta em que nos querem fazer viver. Porque o Zeca é um homem do mundo e da música – mas que nunca nos dá música, e isso é o mais importante. Tudo o resto são cantigas. texto de Viriato Teles

Georgina HassanDia 4 de outubro (quinta)


Georgina Hassan
Uma voz que viaja com o vento volta a Portugal para apresentar  o seu disco ¨Primera luna¨.
"Primera Luna" é o primeiro álbum da cantora argentina Georgina Hassan. Foi buscar o título ao prazer que tem em descobrir canções no seu lugar original: é o nome de uma canção que Georgina compôs durante uma viagem ao México para recolher músicas.
Georgina considera-se uma nómada e gosta de sentir que é uma recolectora de canções e experiências, que mais tarde cozinha no seu interior até que a sua própria musicalidade surja. "Primera Luna" é, por isso, um diário.
Neste álbum podemos encontrar autores como Chico Buarque ou Vitor Ramil, do Brasil, canções anónimas, como "La llorona", do México, "Fui a fonte", da Galiza, ou "Sunu M' Baye", do Mali. Podemos também encontrar música tradicional da Venezuela e do Chile, "ritmos de son" e "joropo", novos compositores argentinos e temas compostos pela própria.

FicçõesDia 29 de setembro (Sábado)


 Entrada :7€Rui Luís Pereira (Dudas) - Guitarras e Alaúde (Oud)
Guto Lucena - Saxofones e Flauta
 Ruben Alves - Piano
 Yuri Daniel - Bx. Eléctrico e Contrabaixo
Carlos Miguel - Bateria
A origem do projecto Ficções remonta a 1988, altura em que o seu fundador, Rui Luís Rui Rui Luís Pereira (Dudas), decidiu corporizar uma estética musical própria, fruto do prazer da composição, aliada à liberdade criativa da improvisação.
        Se a música traduz vivências, esta tem um sabor mediterrânico feito de mestiça­gens — ecos ibéricos, africanos, árabo-andaluzes e um olhar atlântico povoam este “folclore imaginário”.       Com três discos editados (Aqua, 1992; Zambra, 1995; Ocidental Praia, 2001), este grupo já conheceu diversas formações - por aqui passaram alguns dos mais conceituados músicos portugueses e também estrangeiros — e esteve presente em vários festivais como o Festival Maré de Agosto (Açores, 1992,1996), International Jazz Festival of Macau (1995), Grenoble Jazz Festival (1997), Encontros com Portugal (Brasil,1998), Expo 98, Festival de Jazz de Matosinhos (2002), Festival de Música de Câmera/ JazzFest de Curitiba (Brasil, 2002),Festival de Jazz de Portalegre (2006), Jazzin Tondela (2006), Composjazz (Espanha,2007)  entre outros.  

Mylene Pires, Dia 28 de setembro (Sexta)


Entrada :8€Myléne Pires e os Saudosos da Favela
apresentam
TEM PAGODE NO SALÃO

 Neste novo projeto, Myléne faz uma viagem pela música que nasceu nas favelas do Brasil, um passeio pelo universo poético dos grandes sambistas de ontem e de hoje.
Myléne Pires e Os Saudosos da Favela recriam o clima e a cena de quando a favela, idílico lugar de onde se tinha a melhor vista sobre a cidade maravilhosa do Rio de Janeiro, era mesmo o cenário e berço do samba e da emergente “MPB”, num tempo em que a “Cidade de Deus” era apenas uma quinta bucólica, e onde ricos e pobres dividiam em paz o mesmo espaço na cidade. A banda dispensa o palco e senta ao redor de mesas de bar, bem ao estilo dos grandes encontros dos bambas, que se reuniam e se reúnem para celebrar a vida, a boa música e também uma boa cerveja gelada!

Duncan Haynes, Dia 21de setembro (Sexta)


Entrada :7 €Duncan haynes
O pianista neozelandês Duncan Haynes vai estar em Portugal com cinco datas marcadas, entre elas o Festival de Jazz de Estremoz. Com o guitarrista Matthew Mithchell, gravou dois discos de música improvisada para a Leo Records: Biathanatos (2004) e The Urban Choreographic (2006). Duncan escreveu e arranjou música para Bic Runga. Nos seus mais recentes projectos, Duncan prepara-se para gravar até ao final com o seu Trio Mistal.
Em Portugal apresenta música escrita para este quarteto.

Claud, Dia 20 de setembro (Quinta)


Entrada :7 €Claud
“Acredito que quanto mais cantamos os outros, mais vontade temos de cantar as nossas próprias coisas, de reunir musicalmente o que mais gostamos e de poder-mos dizer as nossas próprias palavras.
È aqui o ponto de partida para um disco, que não pretende ser um “disco pelo disco”, mas que seja sobretudo um passaporte para cantar e uma alegria para quem o ouve.”“...reunida a equipa principal damos inicio à composição e em alguns casos à recolha de alguns autores e compositores que achamos fundamentais para um disco que pretende ter cuidado com o que diz, ser actual e assente nas raízes portuguesas.” Sobre o espectáculo
ConTradições apela aos sentidos; a estética e a performance complementam a mensagem musical na voz de CLAUD. Assiste-se a um momento musical em que todas as componentes do espectáculo trabalham em uníssono para enaltecer o que melhor se escreve, compõe e Interpreta em português.